MITIGAÇÃO DAS CONSEQUÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS DA COVID-19
Como podemos mitigar as consequências socioeconômicas da pandemia de covid-19?

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

QUEM PODE PARTICIPAR?

Empresas, negócios de impacto, entidades privadas sem fins lucrativos, Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) públicas e privadas, cidadãos brasileiros e estrangeiros em situação regular no país, a partir de 18 anos de idade, individualmente ou em grupo.

A crescente proliferação do novo coronavírus no Brasil apresenta riscos que podem afetar as condições socioeconômicas da população como um todo. 

No entanto, seus impactos mais severos devem ser sentidos pela população de baixa renda em aglomerados urbanos em particular, dada a sua inserção laboral precária, condições de habitação e de acesso a serviços públicos, como a atenção básica à saúde. 

A possível redução do comércio internacional decorrente da crise também terá efeitos nesses grupos populacionais. É possível que aumentos de preços e menor disponibilidade de insumos e bens finais piorem suas condições de vida.

O recorte aqui proposto tem foco na questão da manutenção emergencial de empregos ou de ampliação da renda da população urbana de baixa renda no período da epidemia.

BRIEFING

>> Por que isso é um problema?
  • Projeções de diminuição da atividade econômica colocam em xeque a capacidade dos trabalhadores de baixa renda assegurar suas necessidades básicas, com riscos para a segurança alimentar dessa população e o acesso a recursos de prevenção à disseminação do vírus. Esta situação é agravada pela grande quantidade de trabalhadores na economia informal.
  • A deterioração rápida de capital físico e organizacional das empresas prolonga a recuperação de empregos. Medidas devem ser tomadas para que a recuperação econômica seja agilizada e vínculos empregatícios sejam mantidos ou rapidamente reconstituídos durante o período de recuperação econômica.
  • Políticas sociais bem sucedidas dependem dependem de sua capacidade de focalização e de incentivos aderentes ao comportamento social. A focalização e a conformidade de políticas destinadas a populações vulneráveis é dificultada pelo difícil acesso a informações, infraestrutura inadequada e mecanismos precários de controle social. Políticas focalizadas precisam estar preparadas para enfrentar os desafios de implementação.
>> Como podemos mitigar as consequências socioeconômicas da pandemia de Covid-19 sobre a população de baixa renda?

A partir desse grande desafio, surgem diferentes oportunidades de inovação, como nos exemplos a seguir:

#apoio ao trabalhador: Como apoiar os trabalhadores informais urbanos de baixa renda durante a crise?

#proteção social: Como a rede de proteção social brasileira pode ser aprimorada para incentivar o distanciamento social das populações mais vulneráveis ao mesmo tempo em que se garante seu sustento econômico?

#emprego e renda: Como estabelecer medidas que preservem empregos durante a crise ou que possibilitem a rápida contratação de trabalhadores com facilitação da mobilidade entre setores?

Essas oportunidades de inovação são apenas exemplificativas. Quaisquer iniciativas, ideias e soluções voltadas para mitigar as consequências socioeconômicas da pandemia sobre a população de baixa renda são muito bem vindas!

REFERÊNCIAS E RECURSOS ADICIONAIS

Estagnação desigual: desemprego,desalento, informalidade e a distribuição da renda do trabalho no período recente (2012–2019)
Fonte: Ipea

Empregos informais: os mais vulneráveis à crise da pandemia
Fonte: Nexo

Favelas serão as grandes vítimas do coronavírus no Brasil, diz líder de Paraisópolis
Fonte: BBC News Brasil

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua
Fonte: Sistema IBGE de Recuperação automática
– SIDRA

Ferramenta de Consulta, Seleção e extração de dados do CadÚnico
Fonte: CECAD
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